quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Meu Diferente Sentido

Complexo e anexo,
reivindica tão só.
perplexo e nexo,
eu estava tão só.
quanta luz plena,
aos meus olhos se esvaecer.
num simples sentido,
era como você.
Por mais que eu procure caminhar sozinho
todos os meus rumos atravessam seus caminhos
e por mais que eu procure desviar meus passos
eu acabo sempre nos teus braços

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Soraya Vandort

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

;)

Você acha que o que sente realmente é amor?

você não consegue manter seus olhos ou as mãos longe dela, estou certo? isso não é amor, é desejo. você está orgulhoso, ansioso para mostrá-la? isso não é amor, é orgulho. você gosta dela porque você sabe que ela está lá? isso não é amor, é solidão. você continua com ela por causa de suas confissões de amor, porque você não quer machucá-la? isso não é amor, é piedade. você perdoa os erros dela porque você se importa com ela? isso não é amor, é amizade. você diz pra ela todos os dias que ela é a unica pessoa em quem você pensa? isso não é amor, é mentira. seu coração quebra e dói quando ela está triste? então é amor. você continua com ela porque algo inexplicável,que voce nao entende te puxa pra perto dela sempre? então é amor. você aceita os erros dela porque são parte de quem ela é? então é amor. você se sente atraído à outras, mas continua com ela fielmente e sem se arrepender? então é amor.


quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Pseudo Poesia pt. 3








(...)O rock não pára e os afagos também não. O lugar, escuro e muito frequentado, é como se fosse um imenso vazio que ELE e ELA não enxergam mais. Todavia retiram-se e montados em sua potente moto encaminham-se pela estrada nublada até um obscuro chalé, a beira das verdejantes montanhas que culminam em gelo. Sem demoras, ELE prepara o som, dois potentes drinques e prepara-se para assistir um dos maiores espetáculos que já vira. ELA, ciente de seu poder de atração, dotada de curvas magníficas e um apelo sensual raras vezes observado. ELA se despe. Lenta e gradualmente. Aos poucos, sempre provocando. Provocando e recuando.
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Após sorverem os drinques e ELA terminar seu strip, ambos se encmainham para o quarto. ELE tira suas vestes e começa a beijá-la, desvendando cada recinto do corpo d´ELA. Cada centímetro quadrado de seu soberbo corpo é tocado pela língua curiosa d ´ELE. Sôfrega de tanta paixão, convoca seu parceiro a iniciar o caminho do êxtase. ELE ainda insiste, concentrando suas atenções em uma parte específica do maravilhoso corpo, uma parte que se umedece e lentamente se contrai e retrai. Mas é hora de começar.
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ELE se posiciona sobre o corpo DELA. Seus vastos cabelos soltos jogam-se contra a face DELA, misturando-os. Calmamente, afasta com suas pernas os joelhos DELA. Há. Acontece. Existe. Executa-se. Entra-se. Os sentidos de ambos estão aflorados. Os odores violetas do amor se espalham no ambiente. Não há mais ELE e ELA. Ambos estão unidos. Os sons que ambos emitem misturam-se a música. Continuam unidos, compassadamente se movimentando, como uma máquina precisa e perfeita. A pele se toca e como se pertencesse ao outro, seduz e amacia. O movimento não pára. Eles se beijam, mistura-se suor, saliva e cabelos e isso é uma das melhores sensações que ambos já sentiram na vida. O movimento acelera.

Agora, qualquer descrição com palavras é insuficiente para descrever o que sentem.