(...)O rock não pára e os afagos também não. O lugar, escuro e muito frequentado, é como se fosse um imenso vazio que ELE e ELA não enxergam mais. Todavia retiram-se e montados em sua potente moto encaminham-se pela estrada nublada até um obscuro chalé, a beira das verdejantes montanhas que culminam em gelo. Sem demoras, ELE prepara o som, dois potentes drinques e prepara-se para assistir um dos maiores espetáculos que já vira. ELA, ciente de seu poder de atração, dotada de curvas magníficas e um apelo sensual raras vezes observado. ELA se despe. Lenta e gradualmente. Aos poucos, sempre provocando. Provocando e recuando.
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Após sorverem os drinques e ELA terminar seu strip, ambos se encmainham para o quarto. ELE tira suas vestes e começa a beijá-la, desvendando cada recinto do corpo d´ELA. Cada centímetro quadrado de seu soberbo corpo é tocado pela língua curiosa d ´ELE. Sôfrega de tanta paixão, convoca seu parceiro a iniciar o caminho do êxtase. ELE ainda insiste, concentrando suas atenções em uma parte específica do maravilhoso corpo, uma parte que se umedece e lentamente se contrai e retrai. Mas é hora de começar.
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ELE se posiciona sobre o corpo DELA. Seus vastos cabelos soltos jogam-se contra a face DELA, misturando-os. Calmamente, afasta com suas pernas os joelhos DELA. Há. Acontece. Existe. Executa-se. Entra-se. Os sentidos de ambos estão aflorados. Os odores violetas do amor se espalham no ambiente. Não há mais ELE e ELA. Ambos estão unidos. Os sons que ambos emitem misturam-se a música. Continuam unidos, compassadamente se movimentando, como uma máquina precisa e perfeita. A pele se toca e como se pertencesse ao outro, seduz e amacia. O movimento não pára. Eles se beijam, mistura-se suor, saliva e cabelos e isso é uma das melhores sensações que ambos já sentiram na vida. O movimento acelera.
Agora, qualquer descrição com palavras é insuficiente para descrever o que sentem.